Escolhas

O futuro é feito de nossas decisões!

  “O que você quer ser quando crescer?” Provavelmente uma das perguntas mais ouvidas na infância. No comecinho, respondíamos com profissões meio improváveis, aquelas vistas em filmes ou desenhos, como astronauta, “cowboy” e até super-herói. No entanto, não somos crianças para sempre. As escolhas começam a mudar e as perguntas se tornam mais sérias. Em um piscar de olhos, passamos da pergunta supracitada para “qual Universidade você vai prestar?” “que curso você quer fazer?”, e o que antes era uma brincadeira se torna literalmente a decisão de nossos futuros.

  Toda essa mudança ocorre muito rápido. Um dia estávamos brincando de esconde-esconde pelos corredores da escola e, no outro, já estamos fazendo inscrições para vestibulares, estudando milhares de matérias e refazendo redações. Junto dessa correria, vem a pressão familiar e, pior ainda, a pressão que colocamos em nós mesmos. Essa é, com certeza, uma fase muito difícil, mas, com boas escolhas e motivação, receberemos nossas recompensas.

              A dúvida em decidir o curso e a qual faculdade ir são questões que ficam dia a dia cutucando nossas mentes. Escolher uma profissão é uma tarefa difícil, por isso errar e tentar de novo é totalmente normal. Muitas pessoas trocam de curso após perceberem que não era aquilo. Somos seres humanos e estamos em constante transformação; assim, podemos mudar nossas escolhas também. É muito melhor trabalhar pelo resto de nossas vidas com algo que gostamos, do que nos arrependermos de não termos seguido nossos sonhos.

  Nesse contexto, o que pode nos ajudar nesses momentos estressantes e confusos? Respondendo à pergunta, o primeiro passo é autoconhecimento, é descobrir o que gostamos de fazer, nossos desejos e ambições e nossas limitações, também. E, depois dessa jornada de autognose, podemos consultar uma boa ferramenta de apoio, os testes vocacionais. Eles são úteis pois relacionam o seu perfil com atividades desempenhadas em cada profissão, te dando uma empurrada para qual caminho seguir. Sobretudo, é necessário entendermos que se não passarmos de primeira, está tudo bem! Ganhamos maturidade com o tempo e vamos entendendo nossos limites e capacidades. No futuro, veremos como tudo valeu a pena.

Meu nome é Mariana Prezia Rodrigues, eu tenho 17 anos e vou prestar arquitetura. Sempre gostei muito da área de artes e humanas, mas também, mesmo sendo totais opostos, sempre gostei da área de exatas, principalmente matemática. Por conta disso, fiz inúmeros testes vocacionais e todos caiam em arquitetura, uma profissão que combina bastante tais matérias. Comecei a procurar melhor sobre a profissão, a ver vídeos, perfis nas redes sociais e relatos de estudantes e me apaixonei. Espero muito que supere minhas expectativas e quero, no futuro, estar feliz trabalhando com a carreira que escolhi.

  — Mariana Prezia Rodrigues

>
Rolar para cima