Mudando de viver, vivendo para mudar

          O crescimento gera a mudança, isso é um fato. Para alguns, essa afirmação é extremamente confortante e encorajadora, é a esperança de um contato pleno com a liberdade; para outros, ela é quase como um pesadelo: ela te assusta, você não quer que aconteça; e, quando acontece, você procura as mais variadas formas de se livrar dela, de “acordar” para a realidade que você está acostumado a viver.

    Próximo a atingir a maioridade, o jovem vê uma grande mudança chegando, essa que depende exclusivamente de uma pessoa: dele. Ele cresceu ouvindo e refletindo sobre o que ele iria ser quando crescer e, agora, essa já é a realidade, só basta escolher. Escolher aceitar a mudança, e trabalhar nesse cenário, pra que ela se distancie ao máximo de um pesadelo, mas que saiba viver e lidar com as grandes surpresas que qualquer sonho reserva.

    Crescido, o jovem percebe que, desde sua infância,transformou-se: foi afetado por inúmeras mudanças. E agora, sendo fruto de todo o processo de crescimento, já sabe o que é: acima de qualquer coisa, é um escolhedor. Avaliará dentre as suas realidades, vivências e vontades plurais, e escolherá a que mais lhe convém. Conhecendo a si mesmo, e a todo o processo que fez ele ser quem é, decidirá não viver dentro de um pesadelo, ou dentro das mil maravilhas controladas de um sonho, mas escolherá viver. Escolherá mudar.

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Cláudia Gabrielle Rodrigues, 17 anos, estudante do 3º ano do Ensino Médio, pretende fazer direito para se tornar uma advogada ou defensora pública, pois acredita em seu potencial argumentativo e despreza  qualquer tipo de injustiça social.

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